15 e 16 Março de 2011 Colóquio Internacional
Jacques Rancière
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas Universidade Nova de Lisboa Edifício ID, sala multiusos 3 (4o piso)
15 de Março de 2011
9h30 10h30
Moderadora: 9h30 10h10
10h50
11h30
Maria Benedita Basto
Maria Filomena Molder
Perigos, equívocos e linguagens naturais
José Paulo Pereira
Literatura e democracia: Derrida e Rancière Golgona Anghel L’intrus, le silence, le conflit: pour une critique de l’exception
Pausa café
1° Painel As palavras contra a mestria
Moderadora: 10h50
11h30 12h10
13h00
Golgona Anghel
Silvina Rodrigues Lopes
Anti-destino, experimentação e emancipação Vanessa Brito L’espace entre les mots et les choses Maria Benedita Basto
Comme si, comme cela : histoire et vérification de l’égalité
Almoço
4° Painel As palavras e a configuração do sensível
2° Painel O arquivo e as palavras anónimas
Moderador: 11h50
12h30
13h10
Manuel Deniz
Gabriel Rockhill
Rancière’s productive contradictions: from the politics of Aestectics to the Social Politicity of Art Miguel Cardoso
A partilha do legível: ordem, desordem e mediação no regime estético
Almoço
Moderador: 14h30 15h10 15h50 16h30
19h00
Moderadora: Participantes:
João Pedro Cachopo
Déborah Cohen
Jacques Rancière et les mots de l’archive
José Neves
A História, o Proletariado e o Espectador
Luís Trindade
A narrativa do desentendimento histórico
Tiago Baptista
Aritméticas da nação no cinema moderno português
Mesa-redonda na Cinemateca Portuguesa
Arte popular, arte do povo? Encerramento do ciclo de cinema Jacques Rancière — curtas viagens ao país do povo Vanessa Brito Emiliano Battista, Pedro Costa, Luís Miguel Oliveira, Jacques Rancière
5° Painel Contra as palavras consensuais
Colóquio Internacional Jacques Rancière Entre nós e as palavras: a filosofia contra o consenso
Programa
Conferência inaugural por René Schérer
Le Dissensus constitutif
Pausa Café
16 de Março de 2011
3° Painel As palavras sem destinatário da literatura
Moderador: 15h00
15h40 16h10
18h30
19h00 Participantes:
José Neves António Guerreiro
Comunidade e política dos puros meios. Para um confronto entre Rancière e Agamben João Pedro Cachopo
Le dissensus démocratique. Comment désordonner un mot d’ordre? André Barata Dissensualizar consensos, sensualizar palavras, democratizar a democracia — ‘La lute politique, c’est aussi la lutte pour l’appropriation des mots’
Sessão de autógrafos com Jacques Rancière (Mediateca do IFP).
Mesa-redonda Voz e democracia (Anfiteatro do IFP). Manuel Deniz, Jacques Rancière, Rui Tavares
Abrir um criar dissensos, política e Pretendemos incitação a uma reflexão poder/saber e os dispositivos de legitimação e institucionalização que
as concretizam. A escrita de deslocar as operações ficções consensuais naturalização
enquanto pensar/agir — capaz de evidenciar e de unificação do mundo constituídas por
palavras e o tema orientador. Partir-se-á da leitura Rancière, insistindo em conceitos neles de igualdade, de emancipação, de partilha história, que estão na base da conceptualização
incessantes reconfigurações poesia, literatura e filosofia partilham a capacidade de dar existência ao que era imperceptível apesar da sua operatividade. Essa é a possibilidade de conceber a
história em e de escapar experiência que implica da literatura que não do estabelecido e às fez história e ficaram ruído de modelos
termos não-deterministas aos mecanismos identitários: de afirmação da igualdade uma atenção às palavras as reinscreva nos circuitos palavras anónimas com que se
ignoradas pelo narrativos que impuseram uma lógica de exclusão.
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